quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

adaptação

cada vez que eu vejo um gatinho devolvido, ou uma adotante me procura avisando que vai devolver, a minha primeira reação é ficar revoltada.

é fato que não consigo entender como alguém acha que pode fazer algum bem para um animal que não entende nada o que acontece, acha que ganhou lar e depois volta para uma gaiola ou um quartinho.

claro que eu acredito que existem casos que não têm o que fazer mesmo. sempre acho que o gatinho tem que ter paz, o gato que já estava na casa tem que ter paz e a família tem que ter paz. gatinhos são feitos para trazer alegria nunca o caos.

a pergunta que cabe aqui é quando saber que é adaptação e quando saber que não deu certo mesmo? bom senso, infelizmente, ao contrário do que a maioria pensa, não é item obrigatório. ele é opcional e, pior, ele varia de acordo com a lógica de cada um.

não estou aqui para julgar ninguém. muito menos sou veterinária para fazer consultas ou receitar algum tipo de remédio ou mesmo atitude para melhorar o convívio de gatos recém-adotados com os demais gatos da casa. mas acredito que algumas histórias ilustrem bem o que uma boa dose de paciência é capaz de fazer.

eu ganhei o sr. nicolau em abril de 2006. ele chegou em casa com cerca de quatro meses, vindo de uma ninhada de uma gata que dava suas voltinhas e acabou engravidando.

[senhor nicolau]


o nico sempre foi meio desconfiado, arteiro e sem vergonha. ele brincava com qualquer coisa, destruiu o forro da minha cama e do meu sofá, além do braço do sofá ele subiu nas minhas plantas e mordia meus pés de madrugada.

foi meu filho único por 2 anos e em nenhum momento me estressei com as coisas que ele fazia. minha mãe me ensinou que qualquer coisa que o dinheiro possa pagar NÃO é caro. sofá, cama... tudo resolvível diante da alegria de ter uma vidinha felina passeando pela casa.

neste época eu conheci o aug. nunca tinha tido gatos e precisei pesquisar o comportamento deles para ajudar na criação do nico. uma das matérias do site falava sobre adotar dois gatinhos em vez de um. pensei nisso tempos. de fato, depois que o nico chegou, evitei viajar e me ausentar por muito tempo, pois morria de pena de pensar que ele ficaria só, sem companhia alguma durante longos períodos.

depois de dois anos convencendo o gabriel, meu marido na época, decidi pegar o segundo gato. escolhi ele no site levando em consideração um gato adulto com poucas chances de adoção e que estivesse muito tempo esperando um lar.

[miguel cara preta]


a susan me alertou que o dálmata [nome do miguel no aug] era um gato adulto e genioso. e por eu ter um gato com o mesmo perfil, que a adaptação poderia ser difícil, mas que com paciência, com o tempo as coisas se ajeitavam.

os primeiros dias, o miguel passou escondido embaixo do sofá. eu morria de dó e levava comida para ele. percebia que de noite ele saia de lá e ia usar a caixinha de areia. com alguns dias, ele passou a sair com mais freqüência. nunca se deixava tocar e sempre estava num lugar de fácil fuga.

as perseguições do nico eram insuportáveis. fora isso, ele ficou extremamente magoado com a gente. ficou dias sem me olhar nos olhos e não se deixava mais tocar. cheguei a pensar que eu tinha prejudicado meu gato e que ambos estavam sofrendo. mas quando isso vinha a cabeça, eu lembrava que o segredo era simples: PACIÊNCIA!

e foi o que eu fiz. rezei, chorei, implorei, tentei não pensar muito. com mais ou menos um mês notei um calombo no nariz do miguel. entrei em pânico e liguei para a susan, que falou que ele não tinha nada. que era perfeitinho. quando consegui chegar perto, percebi que era uma feridinha, fruto de uma das milhares de brigas entre os dois.

em algum momento eu tive certeza que eu nunca mais teria paz. mas hoje, depois de dois anos que o miguel é meu filho, posso falar que a melhor coisa que aconteceu na minha vida e na do nico foi ele ter chegado. eles brincam, se lambem, dormem juntos, aprontam. são verdadeiros companheiros.

[primeiras demonstrações de melhora dos meninos]


tenho na memória que até uns 8 meses depois da chegada do miguel, eu conseguia ver pequenas melhoras na adaptação dos dois. um carinho ali, uma dormidinha acolá. um chameguinho discreto que cresceu.

o comportamento do nico, que sempre foi independente, ficou mais sociável. hj ele pede carinho, deita no meu colo e até arrisca umas lambidinhas em algumas amigas que freqüentam minha casa, coisa que nunca acontecia, pois ele sempre ia para debaixo da cama na presença de desconhecidos.

não dá para saber se um gato se adapta em uma semana. não dá para saber se ele está sofrendo. não tem como, entende? gatos precisam de tempo. uns mais que outros. tem gato que em dois dias tá amigo do novato. já outros, como a rita [confira um pedacinho da história dela] morrem de medo de tudo e vivem escondidos pela casa mesmo depois de um ano no ambiente.

o que resta saber é se vc está mesmo preocupado com o bem estar do animal ou se não quer ter que passar por meses de adaptação. porque me desculpem quem não concorda, mas desistir em quatro dias, para mim, é precipitado demais.

17 comentários:

Bigodes e Almofadinhas disse...

Acho que todo mundo que tem mais de um gato já passou por isso. Os primeiros dias são mesmo preocupantes e não dá pra prever quem vai se dar bem com quem. A Bia, que é uma lady e não levanta a pata pra ninguém, batia na Toca o dia todo quando ela chegou. Hoje elas convivem super em paz, apesar de não serem apegadas uma à outra. O Bruno chegou causando, beijando todo mundo, a Toca deu umas patadas e ele mantem distância dela. A Bia deu uns beijos e eles viraram namorados.
Não dá pra saber se não esperar mesmoooo. E isso é o legal dos gatos, que cada um é de um jeito e reage de forma diferente pra cada coisa. Gostar de gatos é gostar disso tbm. E ter gatos é aprender todo o dia a ter mais paciência e calma, pq eles nos ensinam isso.

disse...

muririca sempre foi uma graça, desde mto pequena era super esperta e dava um show de fofura. espero que a pequena encontre um dono que tenha paciência e que dê todo o carinho que ela merece ter. até lá, a tia aqui está a disposição para cuidar dela. :)

disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nana disse...

É Lú, infelizmente por mais que haja um crivo para selecionar futuros adotantes dos gatuchos não dá para te certeza que estes terão o mínimo de paciência para a adaptação, por mais que a gente sempre fale!!!
Qdo o Zé chegou aqui em casa demorei mais de 1 ano para ver a Cristal perto dele sem que um tufo de pelos não voasse.... hj eles se lambem e dormem juntos.
Tenho certeza que Muriel vai encontrar um lar amoroso e seguro... enquanto isso vai ficar sendo paparicado pela tia Dê.. rs
Bjs

Claudio Olivio disse...

Lu, você já conhece a história, mas só pra relembrar, eu tinha o Joaquim, somente ele. Quando a Patricia veio morar comigo, trouxe a Trinity. Durante um mês os dois ficaram separados, só se conhecendo pelo cheiro por baixo da porta. Um mês depois os colocamos juntos e ficaram os melhores amigos, não, é claro, sem alguns fuzzzz no percurso. Passou o tempo, veio a Denise. Com ela foi f***! A bichinha era tão danada que conseguia bater nos dois, hehe!, inclusive no machão Joca. Tempos depois veio nossa mudança, casa nova e caos: três gatos tentando se encontrar em área nova. Gerou até postagem no blog do Joca, Cidade dos Gatos, lembra?( http://joaquim.ogato.nafoto.net/photo20090122093045.html ). No dia que eu deixei de lado, viraram amigos também, os três. Hoje, com nova mudança e adaptação a dois novos gatos, resolvi não me intrometer. Vi que estava certo, com pouco tempo já eram os melhores amigos, os cinco. Essa história de adaptação existe, é verdade, mas a ansiedade da gente de querer que tudo dê certo de cara, acaba atrapalhando. Paciência e respeito ao bicho é tudo que a adaptação a um novo ambiente e amigos precisa. O mais, qualquer um tira de letra. Beijão, se cuida e não volte cantando axé, por favor!

Joana Banana Barata disse...

Oi, achei seu blog numa procura da internet pq adotei meu segundo gatinho e estou nesse momento num filme de terror, por isso uso seus comentários como pedido de ajuda (conselhos são muuuito bem vindos) e desabafo. senta que lá vem a história.
eu tenho um gatinho,lindo, zumi de 8 meses que virou a paixão da minha vida, e da mesma forma que você, eu não vaiajava pra não deixa-lo sozinho, por isso resolvi adotar um novo gatinho.
Isso aconteceu ontem, a ONG trouxe o gatinho aqui em casa e foi meu primeiro contato. Ele tem 9 meses e o chamamos de Lino.
Vi que ele era extremamente medroso, mas estava muito empolgada e achava que o tempo, muito amor e carinho tomariam conta disso.
Porém tanta coisa aconteceu em um pouco mais de 24 horas que eu já estou bastante desestimulada achando que isso nunca vai cumprir o meu objetivo de ter mais um gatinho de companhia pro zumi.
O meu problema não é nem é por causa do Zumi, eles estão se dando relativamente bem, pq do Zumi ele não foge. só se encaram.
Meu problema é que ele não come, não bebe, não anda, (só pra fugir de mim e do meu namorado, e mesmo assim todo curvado), não usou a caixinha até agora, só usa os cantos que ele se esconde pro xixi e volta e meia se borra de coco.
Ele achou um armario aberto, entrou, fez xixi e ficou lá, sobre o xixi.
Dar banho ainda é impossível, então tentei limpar ele como pude.
Mais tarde ele se escondeu novamnete em outro armario e eu fui desesperada já tirar a coisas, e quando vi ele já estava fazendo xixi.
Aí começou o terror pq eu não conseguia tira-lo e o xixi escorrendo. Meu namorado veio ajudar a tira-lo e ele agarrou meu namorado como um bicho louco. Arranhou os dois braços, o peito e enfiou os dentes na mão dele e não largava. Meu namorado balançando o braço tentando tira-lo, berrando e sangrando. Nisso ele ainda jorrava xixi e coco de nervoso.
Conclusão, eu estou bem assustada, sem saber o que fazer, coloquei ele preso no banheiro com as coisas dele. Mas ele está fedendo a xixi e o banheiro está bem quente (rio de janeiro, por isso tb não deixei ele preso num espaço só desde o início). Mas eu estou com medo do bichinho e não quero mexer nele por enquanto.
Então começo a refletir uma série de coisas:
Será que ele, assustado do jeito que é não vai ser mais feliz vivendo no sitio que nasceu e já é acostumado?
A criadora disse que ele nunca sofreu maus tratos, mas que ele é assustado desde que nasceu.
Ou seja, dessa forma fico achando que ele vai ser sempre assim, pode melhorar com a gente, mas acho que nunca vai socizializar de verdade com o Zumi.
Enfim, desculpa o testamento, mas estou bastante assustada, sem saber o que fazer. Nunca me imaginei devolvendo um bichinho, mas mesmo sendo tão cedo não vejo luz nesse tunel.
Estou desesperada demais, isso tudo é normal?!

Renatinha disse...

Adaptação é dificil mesmo!
Adotei um gatinho de rua ja tendo um em casa, demorou 2 dias para as coisas se arrumarem. Com muito esforço e carinho.
Caso queiram saber detalher é ver o meu blog www.meus2gatinhos.blogspot.com

Marina disse...

Vou adotar uma gatinha amanhã, estou tão empolgada! :D
Minha irmã ja tem uma, que se chama Margot. Resolvemos adotar mais uma, para ela ter alguma companhia felina. Espero que tudo de certo na adaptação!

neko disse...

sou protetora. uma vez me devolveram uma gatinha pq a pessoa queria economizar e não ofereceu mais caixinha de areia para ela. a gatinha começou a fazer as necessidades em locais errados e somente depois de 2 meses, a mulher me avisa, querendo devolvê-la. ela estava magerrima, extremamente suja de barro e meia trisitinha. felizmente, arrumou outro lar e é muito feliz.
doei 2 gatinhos, irmãos, para uma pessoa que parecia ser perfeita. no primeiro mês, a gata da vizinha emprenha e ela diz que vai jogá-los fora pq a gata sempre vai parir lá. tentei ser o mais paciente possivel, já que até onde eu sei, meus gatinhos eram filhotes, não emprenharam a gata e eu não tenho culpa que a dona não a esterilizou. ontem ela me vem falando que os gatos estão POSSUIDOS e que um deles está fazendo as necessidades em local errado também. o possuído dela são aqueles ataques de alegria e energia, em que filhotes saem correndo e escalando tudo e todos. perguntei se ela podia dar uma caixa de areia para cada um, tentei explicar com todos os meus argumentos e conhecimentos sobre gatos, mas ela estava irredutivel. perdi a paciencia e disse que vou tirá-los de lá essa semana. ela ainda tentou ficar com um, mas eu falei que não confiava mais, pois para mim, ela NUNCA os amou, já que se livrar deles era a solução mais facil para todos os problemas. a mãe dela chegou ao cumulo de dizer que iria jogar os gatinhos que eu cuidei com tanto carinho e amor, na rua.
eu aprendi, da pior maneira, que o mais dificil em ajudar animais, são as pessoas envolvidas. adotantes se transformam em monstros e sempre quem sofre são os animais.
boa sorte para a muriel, estarei torcendo por ela :)
e vc tem razão. 4 dias é CEDO DEMAIS.

tatoogirl disse...

Com certeza é precipitação de quem adotou no impulso.Também não entendo quem cogita ter um bicho e acha que é brinquedo, que não vai fazer cocô , xixi, soltar pêlo, que não se apega...SÃO VIDAS E NÃO BRINQUEDINHOS.
Tenho 3 gatinhos e duas cadelas e todos se dão bem.Com tempo e paciência (se vc realemnte ama os animais) tudo se resolve.
Adorei o blog e vou adicionar.Achei ele quando estava procurando no google sobre gatinho parar de comer, pq a minha JADE PRETINHA não quer mais comer...mas vou levar no veterinario e espero que não seja nada grave.Nem imagino mais minha vida sem essas gostosuuuras.

Gio disse...

Ai, qdo li o tema da sua história, até me arrepiou. Tenho uma gata srd que já é adotada e mora comigo há 3 anos. Neste domingo resolvi adotar mais um srd de 6 meses e eu estou em pânico... A sua história me agradou muito e quero te dizer que em 02 dias, eu também já rezei, já chorei mas, não vou desistir dessa adaptação tão cedo. A Gal, minha primeira gatinha, não me olha na cara, mal desce de cima do armário, mas já me deixa chegar perto sem rosnar. Fiquei muito surpresa com essas reações pq ela sempre foi muito tranquila. O Tato, o gatinho novo, é muito brincalhão, amoroso, e um pouco desajeitado pelos seus 06 meses... Não vejo a hora de eu poder rolar no chão com meus 3 filhos (tenho uma menina também de 9 anos...), pois eu sempre quis muuuuuuuito ter mais de um gato em casa. Acho que eu comecei tudo errado pq eu os apresentei logo de cara aqui em casa e causei um stress desnecessário... Mas dá tempo de consertar. Conselhos são bem vindos, por favor!

Louca dos Gatos disse...

gio, particularmente, eu sou a favor de apresentar de cara. esperar paraapresentar, só retarda a paz na sua casa, entende? seu gato logo acostuma. tenta ignorar o pequeno e dar atenção ao gato que já estava na casa. tenha paciência, q logo eles estarão convivendo em paz.

Melissa Scarpetta disse...

Oi Gente,

Eu estou vivendo um momento bem dificil. Tenho uma gatinha himalaia, de 5 anos, criada em apartamento. Infelizmente, estou indo morar 2 anos fora do país e terei que doa-la para alguém. Ela é uma gata bem arisca, e só faz denguinho comigo que sou a dona e com meu marido. Para o resto, ela é meio oncinha. Minha preocupação toda é que além do sofrimento que isto está me causando, não sei para quem doar. As pessoas que a conhecem não querem ficar com ela, pois sabem como ela é. Tenho 2 meses para achar uma casa nova para ela, mas simplesmente não quero deixa-la em qualquer lugar, quero uma pessoa que dê carinho e trate ela bem. Além disso, vou pagar todas as despesas dela durante o tempo de vida dela. Não quero dar uma despesa (mesmo que pequena) além de todo o trabalho que uma adaptação dará. Tenho algumas dúvidas: por ser uma gata de apartamento, será que ela se adaptaria a uma casa?? Será que ela conseguirá conviver com outro gato, caso consiga um dono que tenha gatos também??? Não sei o que fazer, se alguém puder me ajudar agradeço muito.
Este é um momento de muita tristeza.

Regina disse...

Vc Já pensou em levá-la? Pois são como filhos. Não haverá sofrimento para ambas.Pense nisso. E boa sorte.

Karol Santana disse...

Então gente... Li vários tópicos sobre adaptação dos gatinhos... E vim compartilhar minha experiência pra que possa ajudar alguém rs.
Então eu tinha a Minnie que tinha 7 meses de vida e decidi adotar uma outra gatinha a Marie de 45 dias, ai ja viu ne meu deus a Minnie era super dócil calma mas de repente virou um Leão rsrs, dai fui testando varias coisas diferentes que li e acreditem realmente da certo..
Acho que um dos pontos que possa ter ajudado foi o de a Marie ser um bebe... Mas tudo bem deixei a Marie trancada no banheiro e de vez em quando abria a porta pra elas se verem , mas nao esperei 3 dias nao no primeiro segundo dia ja ia mostrando( nao tenho paciência rsrs) e dai foi... Uma hr coloquei o cobertor da Marie pra Minnie cheirar e assim foi , comecei deixando a marie solta durante o dia e prendia a noite.. Meu deus era uma briga so mais nao deixava a Minnie bater na menor... Hj uma semana depois elas ja estao super bem rsrs e uma delicia ver as duas brincando a Minnie lambe ela todinha e comem juntas etc, claro que de vez em quando a Minnie da umas mordidinhas na Marie mas agente percebe que ela quer brincar e nao machucar... Bom é isso a história da minha gatinha e espero que possa ajudar alguém!!!
Beijinhos

A vida é feita de escolhas... disse...

Olá!

Acabei de adotar uma gatinha e a adaptação está sendo muito difícil.
Ontem a noite ao entrar na vila de casa encontrei uma gatinha miando muito, estava muito frio, peguei ela no colo e trouxe para casa. Eu tenho um casal o John e a Nina de 1 ano e seis meses. Eles não gostaram nenhum um pouco, é um tal de full pra lá e pra cá além dos grunhidos, mostram os dentes e parece que vão atacar a Nicole (Nome que dei a ela). Ela é só um bebezinho, deve ter uns 3 meses. Estou com medo que eles demorem para se adaptar e tenho medo de deixá-los sozinho e acabarem batendo nela... Os seus estão bem hoje? Abraço!

P.S. Ela é a cara do senhor Nicolau, tanto que resolvi dar o nome de Nicole! rs

Silvia disse...

Olá boa tarde!
cheguei ao seu blog porque estou na fase da adaptação entre gatos! e é difícil...
tenho o tommy que tem 9 anos e é grande, é forte e "selvagem".
abandonaram uma gata de cerca de 1 ano perto de onde moro e não pensei 2 vezes em trazê-la para casa. é a tita e pesa 3kg (metade do tommy).~
Estão na fase de adaptação há 3 semanas. Na 1ª nem se podiam ver porque ela rosnava e ele olhava para ela como se fosse uma presa. Nesta 3ª semana comem do mesmo prato mas mal acabam ele quer empurrá-la de novo para o quarto onde ela vive...ele começa a olhar para ela de forma intimidatória, ela começa a correr e ele persegue-a até à almofada onde ela está a dormir...ele não a deixa estar no resto da casa...connosco, ambos estão bem e comem bem...
Perguntas: intrometo-me nas "lutas" (agora estou a meter-me entre eles apenas para fazer um caminho para a tita fugir), deixo eles se entenderem? Pode demorar meses até eles se entenderem? Obrigada