domingo, 25 de setembro de 2011

entrevista: susan yamamoto


acho que todo mundo sabe que sou voluntária da ong adote um gatinho há quatro anos ou mais. tudo começou quando eu adotei o sr. nicolau e comecei a buscar informação sobre gatinhos, já que eu nunca tinha tido um.

no mundo de informações que eu descobri, me apareceu o aug e logo me apaixonei pelo trabalho deles. além de o site ser fofo e ter uma pegada carinhosa com os gatinhos – eles mesmo se apresentam para ser adotados -, fiquei encantada como a ong encarava cada gatinho, como indivíduo, ser vivo e não como um número. e por isso, investia o que fosse para salvar apenas um, mas do que pensar que aquele valor castraria dez. afinal, quem decide que os dez são mais importantes que aquele atropelado?

depois de dois anos ajudando de longe com doações, e paquerando todos os gatinhos do site, resolvi que era a hora de ter o segundo filho. por já estar 100% envolvida na filosofia da ong, eu optei por adotar um gato encalhado, que ninguém quisesse e que precisava de alguém como eu, que amava qq gato, independente de cor e comportamento.

na época, o miguel era o xodó da tia susan e por isso ela postava muitos vídeos e fotos dele. quando mandei e-mail, acho que a susan até se assustou. afinal, ele tinha nascido na ong e estava dois anos aguardando um formulário e nenhum aparecia.

onze troca de e-mails depois e uma visita para eu conhecer o miguel – na verdade acho que a su que queria me conhecer para saber se eu merecia assumir os cuidados com o filho dela hehehe – o miguel foi para casa.

e foi aí que eu conheci a susan. fiquei impressionada com a organização da casa dela, com o cuidado que ela tinha com cada gatinho e a dedicação para esta causa. virar voluntária foi natural. aos poucos fui conhecendo melhor e vendo que tudo que eu achava que ela fazia era bem pequeno do que de fato ela faz. é uma vida dedicada a ajuda dos felinos.

mas, como que alguém se joga de cabeça na proteção animal? como é a vida de uma das fundadoras de uma das ong mais fofas e dedicadas? afinal, ninguém é protetora 100% do tempo, né?

por isso, agora, você vai conhecer como tudo começou, os filhinhos dela e as histórias do aug, vegetarianismo e um pouco mais sobre a vida da susan. espero que curtam! foi feita com muito carinho!

quando vc adotou seu primeiro gatinho? quantos anos vc tinha e como foi que o adotou?
minha primeira gata era uma frajola magricela de dois meses chamada thatty. ela apareceu na minha garagem enquanto eu conversava com as minhas vizinhas pelo muro.


eu tinha sete anos. a mary e a rumi me contaram que ela já tinha entrado em outras casas da vizinhança, todo mundo dava leite, mas ninguém a colocava para dentro. resolvi arriscar e pedir para os meus pais me deixarem ficar com ela. meus pais estavam meio brigados. minha mãe disse: "pergunta pro seu pai". meu pai disse: "pergunta pra sua mãe". ninguém disse nem sim e nem não e ela ficou. rs

[su, mari e rumi]

[thatty]

vc sempre gostou de gatos ou foi naturalmente?
sempre gostei. quando eu era bem pequena passava muito tempo na casa dos meus avós, que sempre tiveram gatos (e cachorros, passarinhos, tartarugas, etc). a primeira gata que me recordo era uma escama chamada minhoca, vinda da calha da casa deles, toda suja de terra. depois vieram a miss pompom, uma amarela mignon. ela teve um filho enorme chamado chuvisco. esses gatos viveram uns 15 anos ou mais.

quantos gatos vc já teve? qual é/foi o preferido?
no total foram 13, 3 já morreram. difícil e injusto escolher um preferido, hein? a thatty foi minha companheira de vida. eu cresci com ela, ela usou roupas de boneca, depois me aguentou rebelde na fase da adolescência e me acompanhou até a faculdade.  mas hoje eu sou louca pelo petisco, que também é frajola. acho que essa cor é o meu fraco. amo cada eles de um jeito, mas o petisco, preciso confessar, me tira do sério! rs

[petisco]

[beijoka no petisco]

quantos gatos vc possui hj? qual os nomes e idades?
são 10.

buzina, 14, apareceu grávida na porta de casa.
pepper, 12, foi resgatada em um estacionamento na avenida paulista.
sabrina, 10, é filha da buzina.
melanie, 8, estava no bueiro da rua onde eu morava.
joliet, 6, estava doente no ccz de diadema.
petisco, 5, foi salvo de um homem que ia afogá-lo no rio.
ozzy, 4, nasceu em um condomínio no jabaquara.
conie, 3, veio da casa de uma colecionadora com hérnia diafragmática.
bibi, 2, ficou paraplégica após ser mordida por dois cachorros.
provolone, 1, foi resgatado pela polícia ambiental de mogi das cruzes.



nestes anos todos convivendo com gatinhos, qual a história que mais te marcou?
puxa, foram muitas. acho que não saberia escolher uma.  claro, o primeiro grande resgate do adote um gatinho foi uma história muito bacana: em um só dia pegamos 44 gatos de uma vez. eles pertenciam a uma protetora chamada solange, que perdeu tudo e decidiu soltar os animais na rua. saímos catando os gatos. alugamos dois cômodos em osasco, do outro lado da cidade, e colocamos todo mundo ali. então fomos tratando os doentes, que eram quase todos, castrando e colocando para adoção.

outra história marcante foi a dos gatos da dona lourdes, uma senhorinha de 90 anos, que dava apenas arroz puro para os gatos comerem, pois mal tinha o que comer. o desespero deles era tanto que praticavam canibalismo. conseguimos castrar e doar todos, o que impressiona até hoje, pois a maioria era de gatos de cores comuns e todos adultos.

se for falar de algum gatinho específico, escolheria a história da emilia, uma bebezinha de 45 dias que precisou tirar os dois olhinhos. ela tinha sido desenganada pela veterinária, que queria sacrificá-la, mas eu insisti na cirurgia e hoje ela está linda, com um ano de idade.

[emília]

ou então a do ozzy, que eu adotei. o deixaram cair com dez dias de vida e ele ficou com problemas que atrapalhavam a coordenação motora. sua recuperação foi lenta e de partir o coração.  enfim, histórias não faltam...

e a mais engraçada?
engraçada, engraçada eu não me lembro... mas já fiz a besteira uma vez de entrar dentro de uma favela super perigosa próxima ao aeroporto, sair perguntando de barraco em barraco por um gatinho que ia ser entregue à ong e depois notar que havia anotado o endereço errado, que na verdade era uma casa grande numa rua bacana. eu estava em pânico e fingia estar tranquila ali falando com os bêbados jogados no caminho, andando em cima de uma tábua que atravessava o córrego, etc.

também me lembro de eu e a ju pularmos o muro de uma creche na aclimação por várias noites para montar gatoeira e capturar gatas ariscas que não paravam de dar cria. os funcionários não queriam mais gatos ali porque eles faziam coco no jardim e as crianças colocavam a mão na boca. lembro que uma vez a polícia estava fazendo a ronda e eu me abaixei atrás do muro e fiquei esperando ela passar, me sentindo uma criminosa. depois a diretora da creche descobriu que estávamos indo lá escondidas e nos deu a chave para entrarmos e sairmos quando quiséssemos. teria sido tão mais fácil se logo de cara tivéssemos falado com ela... rs

quando vc decidiu ajudar animais de rua?
eu não sei direito como foi, mas eu tinha uns 24, 25 anos. eu tinha duas gatas, a courtney e a pepper, e um dia apareceu uma gata amarela e branca super judiada na garagem. minha mãe conversou com a dra angélica, que hoje é uma das vets do adote um gatinho, e ela deixou a gatinha no seu consultório para adoção. depois dela apareceu um gato tigrado com o pescoço em carne viva. eu tratei e coloquei um anúncio na internet. consegui doá-lo. em seguida apareceu a buzina, que está comigo até hoje. ela estava grávida.

[buzina e seus bebês na garagem]

minha mãe não deixou que eu a colocasse para dentro de casa, então ela deu cria em uma caixa com paninhos que preparei na garagem. um dia a buzina sumiu com os filhotes e eu fiquei desesperada. saí procurando e a encontrei em outra casa da rua, encolhida com seus bebês dentro do registro de água. foi aí que peitei minha mãe e falei que a buzina ia ficar dentro de casa, pois eu jamais me perdoaria se algo acontecesse de ruim. quando os bebês desmamaram, anunciei os gatinhos na internet e fui doando um por um. não doei castrados, nesta época ainda não tinha a consciência da importância de castrar. acho que foi aí o começo de tudo. percebi o quanto a rua era perigosa, o quanto os animais passavam fome, frio, se machucavam.

quando decidiu fundar a sua própria ong?
o adote um gatinho simplesmente aconteceu, ele não foi planejado. acho que essa é uma das razões de ele ter dado tão certo. lembro que eu participava de uns grupos de discussão sobre proteção animal na internet. ali se falava de tudo: animais abandonados, rodeios, farra do boi, vegetarianismo, vivissecção – ato de dissecar um animal vivo -, etc.

um dia uma moça chamada andrea solicitou voluntários para ajudá-la a capturar e castrar gatos que viviam em um parque perto de casa. eu estava de férias, sem fazer nada, e me ofereci. a juliana, minha sócia no aug, também se ofereceu e foi lá que nos conhecemos. ali vimos que tínhamos muita coisa em comum: estávamos as duas saindo de casa, éramos vizinhas, jornalistas, vegetarianas e queríamos salvar os gatinhos.

conforme a gente foi pegando os gatos, bateu dó de ter que devolver os filhotes e os mansos. então, começamos a levar os gatos para casa e, para tentar conseguir donos, montei um site. era um site bem caseiro, gratuito. como havia poucas páginas de adoção naquela época, ele começou a ser acessado e, mais ainda, apareceram pessoas interessadas em fazer doações. quando vimos o site estava grande, nós estávamos envolvidas demais e a ong já estava de pé, só faltou oficializar.

[petisco e joliet]

achou que o aug tomaria a proporção que tem hoje?
não. na verdade nunca pensei nisso, nunca me preocupei com isso até que percebi que a ong tinha se tornado grande. sempre me preocupei em fazer o melhor que eu posso, em pegar a maior quantidade de gatos que o espaço e o dinheiro permitem, mas nunca pensei que o aug fosse se tornar tão popular.

eu me surpreendo quando pessoas que não são do meu círculo de amizade dizem que conhecem o aug. ontem mesmo eu estava em um evento e conheci a penélope nova que, aliás, ama demais os animais. meu marido falou pra ela que eu era dona de uma ong e quando ela soube que era o adote um gatinho se surpreendeu. ela já conhecia o trabalho e, inclusive, já tinha retuitado sobre a gente.

o que, no dia a dia da ong, te motiva a seguir adiante?
eu acho que eu deveria responder o que todos me dizem: que salvamos vidas todos os dias, que sem o adote um gatinho 4 mil gatinhos não estariam dormindo quentinhos na cama com os seus donos, que ainda temos muito para crescer, etc.

mas a verdade é que eu nasci pra fazer isso. eu não consigo viver um dia sem pensar em ajudar. me faz falta acordar preocupada com eles, medicar, dar papinha na boca, correr desesperada para a uti, enfim, eu sou viciada em ajudá-los. minha vida é isso, é uma vida difícil e nada tranquila. eu durmo pouco, durmo mal porque estou sempre preocupada, quase não vejo meus amigos e meus próprios pais porque estou sempre correndo, sempre atrasada e sempre deixo os gatos em primeiro lugar.

quando eu era pequena, meu sonho era ser bombeiro. tenho uma necessidade infinita de servir e de ajudar. tem horas que cansa, tem horas que eu queria largar tudo e ser uma pessoa normal, me mudar pra um lugar bem afastado e recomeçar a vida. eu queria passar algumas horas no cabeleireiro, ir ao cinema, viajar, sair com os amigos, fazer cursos e outras coisas mais. mas eu sei que aonde quer que eu esteja vou me culpar por não estar ajudando. vou me culpar em saber que tem bichinho morrendo e eu estou à toa. o buraco é bem mais embaixo, então deixa como está.

[quintal da tia su]

e o que faz vc pensar se está no caminho certo?
acho que os resultados mostram isso. são 4 mil gatos bem adotados e, mais do que isso, muitas pessoas me dizem que o aug as inspirou a ajudar os animais. estamos não só ajudando os bichos diretamente, mas plantando sementes.

vc é vegetariana. quando parou de comer carne e porque?
parei de comer carne antes de ajudar os gatos. parei porque assisti alguns vídeos na internet que mostravam a forma como os animais eram tratados até acabarem no prato. sempre fui carnívora, era do tipo que comia bife sangrando e misturava o sanguinho no arroz pra dar sabor.

mas isso mudou quando tomei consciência do que eu me alimentava. eu vi o porco chorar quando foi abatido. eu vi o desespero dos bois sendo carregados no caminhão e na fila para a morte. eu vi as galinhas sem bico, prensadas em gaiolas minúsculas sobre intensa luz para botarem ovos o dia todo sem parar. eu vi o bezerrinho morrer de anemia pra virar vitela. ou você acha aquela carne branca é saudável? é carne de bebezinho que foi separado da mãe, que não pode sequer beber o leite dela, para ficar anêmico e branco.

eu vi muitas coisas e decidi não compartilhar mais com isso. chorei horrores, entrei no finado icq com meu namorado, que hoje é meu marido, e disse: nunca mais coloco um pedaço de carne na boca. ele riu, mas eu levei a sério. hoje eu morro de nojo do cheiro de carne. em fevereiro vou completar 10 anos de vegetarianismo, com o maior orgulho.

vc tb não usa couro. quando decidiu parar de consumir couro? vc se desfez dos itens que já possuía? pq?
cortei o couro junto com a carne. não faz sentido não comer o corpo e vestir a pele. faz?
jaquetas, cintos e bolsas eu simplesmente parei de usá-los. eu tinha outras opções no guarda roupa, não precisava delas. os sapatos foram mais difíceis. eu os usei até ficarem gastos, mas nunca mais comprei. ainda é difícil encontrar sapatos bons de couro sintético ou de outros material. eles não são confortáveis, duráveis e bonitos como os de couro, mas é uma coisa minha, uma satisfação pessoal não participar mais disso.

olhando para tudo que construiu hj na proteção animal, vc faria alguma coisa diferente?
acho que eu fiz o que tive condições de fazer, então não me arrependo de nada. acabei de largar o meu trabalho para me dedicar exclusivamente à ong porque não dava mais conta de fazer as duas coisas. por muitos anos eu consegui ser duas susans, ter uma profissão, trabalhar dez horas por dia, e cuidar do aug nas horas vagas. mas o trabalho cresceu, as preocupações também. não só com os gatos, mas com a parte burocrática de se ter uma ong e ela se sustentar apenas com doações, e eu optei pela minha vocação. espero poder fazer o aug crescer ainda mais, ajudar mais, e resistir ao tempo quando eu não estiver mais aqui.

vc pretende ter filhos humanos? por que?
eu não penso em ter filhos. não tenho paciência com crianças e acho uma responsabilidade muito grande botar um filho no mundo. não vou ser mãe só porque todo mundo é ou para atender o desejo dos outros.

eu também não sei se consigo cuidar tão bem de um ser com a vida maluca que eu levo. sabe, eu acordo de madrugada para cuidar de gatinhos na mamadeira, não vou nem ao cinema, não tenho tempo pra mim, me privo de muitas coisas. como eu posso pensar em ter filhos?

se tiver que optar entre o aug e um filho, não tenha dúvidas que eu fico com os gatos. um dia, quem sabe, se a vida estiver tranquila, não faltar dinheiro em casa para criar alguém com conforto, o aug estiver nos eixos, com patrocínio, caminhando sozinho, eu mude de ideia e pense em adotar uma criança. hoje não.

[petisco conectado]

21 comentários:

Repositório disse...

ADOREI!! Souu fãzíssima dela e da AUG!!!!
Muito bom!!!
Um beijo!

eva disse...

Adorei a entrevista, gosto muito do trabalho da AUG e minha Tixa veio de lá, então graças a elas tenho uma gatinha fofa e meiga, de lindos olhos verdes em minha vida. Que Deus ilumine o caminho de todas as meninas da AUG. Beijos

Erin disse...

Amei a entrevista! As palavras e a vida da Susan são inspiradoras! Do AUG veio a gatinha mais linda e que me ensinou muitas coisas nessa vida, infelizmente ela teve PIF e virou uma linda estrelinha no céu, cuidei dela até o último momento, muitos remédios e papinha na boca quando ela parou de comer, e, no dia em que tive que dar adeus a ela, conheci a Susan, que estava na Dra. Angélica. Queria a ter conhecido em outra ocasião, mas depois de ler essa entrevista sei que foi a ocasião correta. Parabéns!

Thais Seppe disse...

Muita fofa a entrevista, meninas! mais um ponto pro AUG! amei!!! :)

rose disse...

Admiro muito o trabalho do AUG... tenho uma gatinha que foi resgatada pelas meninas, numa casa caindo aos pedaços... ela tinha dado cria num local perigoso e precisou até de laçador para ser capturada!! Ficou comigo até os filhotes serem adotados e por fim eu me apaixonei pela Olívia e ela virou parte da família! Agradeço ao AUG pelo privilégio de ter essa gatinha comigo! Parabéns Susan, continue o bom trabalho!

Erika disse...

Sou suspeita a falar que eu sou fã tanto da Susan, quanto da Luísa!

Parabéns às duas - Lu pela entrevista e Su por nos deixar saber mais um pouquinho... Admiro-as sempre.

Beijinhos e saudades!

marisa disse...

Orgulho de conhecer e partilhar muitas idéias com a Su. A conheço desde essa época que a Andrea chamava a galera pra cuidar dos gatinhos do parque. Que bom que existe gente como a Susan no mundo :)

Pierre Le Gatô disse...

Muito legal a entrevista! Que trabalho lindo, um exemplo de vida! Lambeijos do Pierre

Cláudia disse...

Oi, tia Susan, aqui é a Cindy Quebra-Barraco, lembra que você cuidou de mim lá no AUG até minha mãe ir me buscar?
Que bom que você agora pode ficar cuidando dos meus amiguinhos o tempo todo!
ronrons da Cindy

Silvana disse...

Susan, vc é tão especial... Sem dúvida vc é uma dessas raras pessoas que fazem o mundo melhor! Força, saúde, sucesso ... tudo de muito bom pra você!!

Verônica Bachini disse...

Adorei conhecer mais da Susan! Sou colaboradora do Aug, a partir de outubro vou apadrinhar a Melancia. Não posso adotar nenhum, pois tenho mais de 12 em casa (tenho uma gata assustada que teve filhotes e ainda não consegui descobrir quantos nasceram... rs), e as pessoas sempre que querem se livrar de seus bichanos jogam lá. Admiro muito o trabalho dela!

adore diniz disse...

Ameiiiiii tudo isso aquii, amo animais Todos eles! amo gatos, sempre tive gatos e cachorros juntos e eles sem amam, nao consigo viver sem eles, nao consigo ve-los passar fome, ajudo sempre em quaisquer lugares que estiverem, ajudo e os defendo dos malvados humanos!
amei essas fotos, é um paraiso tantos gatos bebes, aimm delicia!a minha vida seria triste sem esse amor que desde pequena sinto, e as pessoas que ajudam, defendem e amam tambem sao anjos!

Tietta Pivatto disse...

Lindo! Sou uma das fãs do AuG há muito tempo, quando posso ajudo de alguma forma, e admiro muito o trabalho da Susan e da Juliana, mesmo sem nunca tê-las conhecido pessoalmente.

Obrigada pela entrevista, me permitiu conhecer a Susan um pouco mais só para aumentar minha admiração.

Abraços,

Tietta Pivatto
Bonito - MS

Beca disse...

Essas meninas do AUG além de ajudarem os gatinhos, ainda fazem poesia pra escrever sobre eles no blog.
Tb descobri o AUG como vc Luisa. Procurando sobre como cuidar de gatos na internet, após adotar meu Thor, hj com oito anos. Praticamente a idade da ONG.
Por causa dele, virei vegetariana e percebi muitas coisas sobre o sofrimento dos animais.
Tudo isso só pq adotei um gatinho. :)

Elizete disse...

Adorei a entrevista! É bem por aí mesmo, tudo se resume em amor e dedicação. Tenho 10 gatos que resgatei na rua, castrei e sou muito feliz com eles. Cada um tem sua historia triste do resgate, mas qdo olho pra eles lindos , quentinhos e alimentados, sinto uma paz no coração. Mãe de gato tb é mãe!

shirle disse...

amoooooo..tenho 7

luke straork disse...

A D O R E I !!
Sou fã dela... até me emocionei!!!
Meus parabéns...

LadyHeather disse...

Cara amiga felina conterranea( isso e brincadeira),
Parabens por todo esse projeto e desejo que suas atitudes mudem em muito as atitudes dos outros.
Preciso de uma ajuda, e nao sei se podera me ajudar. Tenho gatas e todas ja foram castradas e mesmo antes disso algumas se acham meio "machas" pois urinam em pe, igual ao gatitos machos. Sempre tento limpar hoje eu vejo ou onde sinto. Ja comprei Pode e Nao Pode, alcool, vinagre e agua morna e agora estou com o sprey Feeling Away, mas nao adiantou muito. Moro em casa, tem um lote vago ao lado, areia na caixa e em uma parte do quintal, mas insistem em demarcar territorio. O que faço? E constrangedor qdo chega alguem e sente aquele odor desagradavel que eu nao consegui localizar. Pode ajudar-me?
Desejo Sucesso, Prosperidade e Saude a todos da ong e aos gatitos. Meu e-mail: pandora07@bol.com.br Layla( Gyn)

Taciane disse...

Já amava AUG, mas lendo essa entrevista fiquei dez mil vezes mais fão. Defende todos os valores que eu acredito, pessoa maravilhosa!

alessandra disse...

Lu, parabéns pela entrevista. Queria saber se é possível você fazer mais uma pergunta pra ela e complementar a entrevista. Sempre quis saber como as protetoras lidam com o sofrimento inerente às histórias tristes e condições terríveis que encontram em resgates. Se elas se blindam contra o sofrimento, ou que maneiras elas encontraram para não sofrer. (eu gostaria de ajudar mais, mas eu fico paralizada pelo sofrimento - por isso quero saber como as protetoras experientes lidam com isso). Pode perguntar pra ela? Obrigada, bj!

Marion disse...

Sou fã da Susan! Adotei o Frodo e o Sam no AUG em 2003! Tenho muita admiração pelo trabalho dela. Sempre tento ajudar os gatinhos fazendo doações. Não adoto mais porque a casa aqui tá lotada, além dos meus 2, tenho a Nena, que é minha hóspede, que veio para cá porque meu primo não tinha condiçõs de ficar com ela( crise financeira braba!) aí ela está aqui até tudo se ajeitar com o meu primo.


Beijos!